terça-feira, 2 de julho de 2013

Foto-esboço


Parque Lagoa do Nado - Pato
 Aquarela e caneta hidrográfica ponta-porosa sobre papel Schoeller.

Pato em escorço.

Pato em escorço.



Durante as aulas de ilustração, observando elementos da natureza perto de um lago.

Eu não tinha tempo suficiente para desenhar todos os elementos que havia presenciado, mas os registros fotográficos ajudaram na elaboração dos esboços após um trabalho de campo. 

Nestas ilustrações, procurei focar a atitude e o movimento das aves. Tive uma atenção especial às plumagens e posturas como se vê no desenho do pato acima.


Etapas da aquarela - Galinha d'angola.


Numida Meleagris


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Projeto Animação Expressionista

Em minha fase expressionista!


 
No vídeo acima são mostrados os animatics, e trechos de teste de ambientação de cenários em 3D para o filme.

Design de Cláudia Jussan

O design cinematográfico é assinado por Cláudia Jussan, junto com outros diretores artísticos e editores da saga que compõe a Trilogia do Caos com a direção e produção de Luiz Nazário na Escola de Belas Artes da UFMG.

Veja o making off  "Caóticos" logo abaixo no final da página...



Personagem Dr. Cretinus em cena no filme A Flor do Caos (2001).

http://www.eba.ufmg.br/acontece/2005/20050916no-flordocaos.html

  • Trilha sonora do teaser do filme (parte 3 do Projeto Trilogia do Caos): Dr. Cretinus Retorna.


Making off "CAÓTICOS"
O vídeo abaixo apresenta os integrantes da equipe de produção...







terça-feira, 11 de junho de 2013

Junonia evarete (Cramer 1779)






O desenho e a folha de transferência.

 
Este trabalho foi desenvolvido em duas etapas:
  • Criei um stencil (folha de transferência) em papel-manteiga com informações mais detalhadas dos padrões coloridos. Fiz demarcações mais precisas da gama de cores e tons, as disposições dos desenhos dos ocelos e outros detalhes nas asas. As marcações foram feitas com caneta esferográfica escrita fina e lápis de cor. 

Paleta de cores.
  • O desenho definitivo foi feito em duas camadas de cor. A primeira camada com aquarela e gouache, a segunda camada desenhada com lápis de cor aproveitando a textura do papel tipo Canson, com uma superfície semi-rugosa para simular as escamas das asas da borboleta.

 
Colorindo aproveitando a textura do papel.



Marcando a disposição das cores das escamas.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Hamadryas laodamia

                    ♂

Conhecida popularmente como Borboleta Tronadora, Pororó Azul.

Consulte a fonte: Hamadryas (borboleta)


 

Técnica desta ilustração:

Aquarela e gouache sobre papel Arches 300g.


Neste trabalho, usei um recurso muito antigo utilizado na época da produção das animações clássicas em celulóide (cell animation), com a sobreposição de uma película transparente para inserir novos detalhes que contrastam, sem comprometer as características das cores, tonalidade e traços das superfícies em camadas, e da pintura que serve de base.

 


 

quinta-feira, 21 de março de 2013

Zarets itys

Inicio dos trabalhos com lepidópteros.
Etimologia: Lepidoptera > "lepdos" = escamas + "pteron" = asas 
(asas com escamas).





   
Paleta de cores, aquarela e gouache sobre papel Arches 300g.


  • Zaretis sp.
Conhecida popularmente como Borboleta Folha Seca.
Esta espécie está presente no Parque Estadual do Rio Doce - MG, Brasil.

Curiosidades:

"Só que as cores não são para agradar os nossos olhos!"
  • Fonte: Imagens da Ciência  -  http://www.youtube.com/user/imagoUFRJ?feature=watch


  • Ordem LEPIDOPTERA
  • Fonte: http://www.acervodigital.ufrrj.br/insetos/insetos_do_brasil/conteudo/tomo_05/01_lepidoptera.pdf



sábado, 12 de janeiro de 2013

Myroxylon peruiferum

Acima observando a semente alada, abaixo o desenho em andamento

Aquarela e lápis de cor sobre papel Fabriano 200g

Nome Popular: Cabreúva, cabreúva vermelha, bálsamo
Nome Científico: Myroxylon peruiferum

Família: Fabaceae-Faboideae


Síndrome de Dispersão: Anemocórica


Sinomínia Botânica: Myroxylon balsamum (L.) Harms, Toluifera peruifera (L.F.) Baill., Myrospermum pedicellatum Lam.


Grupo Ecológico: Não Pioneira


Classificação Sucessional: Secundária Tardia


Ameaça de Extinção: Vulnerável


Ocorrência conforme resolução SMA 08 - Estado de São Paulo Floresta Estacional Decidual - Centro, Floresta Estacional Semidecidual - Centro, Floresta Estacional Semidecidual - Noroeste, Floresta Estacional Semidecidual - Sudeste, Floresta Estacional Semidecidual - Sudoeste, Floresta Ombrófila Densa - Litoral Sul , Floresta Ombrófila Densa - Sudeste, Mata Ciliar - Centro, Mata 

Ciliar - Sudoeste, Mata Paludosa - Centro

Origem: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espirito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins


Locais de Ocorrência Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste, Sul


Onde Plantar: Praças, parques e jardins.


Solo de Plantio: Todos os Tipos


Porte da Árvore: de 15 a 20 metros


Utilidades: Construção Civil, Marcenaria, Mata Ciliar, Perfumaria


Madeira pesada, dura, de média resistência mecânica, grã geralmente revessa, de alta resistência ao apodrecimento. 


Tronco variando de 60 a 80 centímetros de diâmetro, com casca acinzentada e com fissuras.


Folhas compostas pinadas, com 9-13 folíolos glabros na página superior, de 5-10 cm de comprimento.


Flores brancas, de 5 pétalas, inseridas em cálices cobertos por uma penugem acetinada, dotados de 5 sulcos na forma de sino, agrupadas em cachos eretos e compridos.


Fruto seco, do tipo legume, alongado, de aproximadamente 6 cm de comprimento, curvado e levemente pendente, dotado de uma única semente. Fruta não comestível.


Potencial Paisagístico: Não possui um perfil ornamental.


Fenologia: Floresce durante os meses de julho-setembro. Os frutos amadurecem no período de outubro-novembro


Possui Propriedades Medicinais. Suas folhas e frutos atualmente são usados em preparações tópicas para o tratamento de feridas, úlceras e sarnas. Tem sido empregado também como aditivo de xaropes para tosse e de produtos para inalação, com propriedades antissépticas e expectorantes. Os índios da Amazônia tem usado sua resina (bálsamo) para abcessos, asma, bronquites, catarro, dor de cabeça, reumatismo, torcicolo e tuberculose. Tempo Médio de Emergência 30 Dias


Fonte: