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sábado, 12 de janeiro de 2013

Myroxylon peruiferum

Acima observando a semente alada, abaixo o desenho em andamento

Aquarela e lápis de cor sobre papel Fabriano 200g

Nome Popular: Cabreúva, cabreúva vermelha, bálsamo
Nome Científico: Myroxylon peruiferum

Família: Fabaceae-Faboideae


Síndrome de Dispersão: Anemocórica


Sinomínia Botânica: Myroxylon balsamum (L.) Harms, Toluifera peruifera (L.F.) Baill., Myrospermum pedicellatum Lam.


Grupo Ecológico: Não Pioneira


Classificação Sucessional: Secundária Tardia


Ameaça de Extinção: Vulnerável


Ocorrência conforme resolução SMA 08 - Estado de São Paulo Floresta Estacional Decidual - Centro, Floresta Estacional Semidecidual - Centro, Floresta Estacional Semidecidual - Noroeste, Floresta Estacional Semidecidual - Sudeste, Floresta Estacional Semidecidual - Sudoeste, Floresta Ombrófila Densa - Litoral Sul , Floresta Ombrófila Densa - Sudeste, Mata Ciliar - Centro, Mata 

Ciliar - Sudoeste, Mata Paludosa - Centro

Origem: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espirito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins


Locais de Ocorrência Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste, Sul


Onde Plantar: Praças, parques e jardins.


Solo de Plantio: Todos os Tipos


Porte da Árvore: de 15 a 20 metros


Utilidades: Construção Civil, Marcenaria, Mata Ciliar, Perfumaria


Madeira pesada, dura, de média resistência mecânica, grã geralmente revessa, de alta resistência ao apodrecimento. 


Tronco variando de 60 a 80 centímetros de diâmetro, com casca acinzentada e com fissuras.


Folhas compostas pinadas, com 9-13 folíolos glabros na página superior, de 5-10 cm de comprimento.


Flores brancas, de 5 pétalas, inseridas em cálices cobertos por uma penugem acetinada, dotados de 5 sulcos na forma de sino, agrupadas em cachos eretos e compridos.


Fruto seco, do tipo legume, alongado, de aproximadamente 6 cm de comprimento, curvado e levemente pendente, dotado de uma única semente. Fruta não comestível.


Potencial Paisagístico: Não possui um perfil ornamental.


Fenologia: Floresce durante os meses de julho-setembro. Os frutos amadurecem no período de outubro-novembro


Possui Propriedades Medicinais. Suas folhas e frutos atualmente são usados em preparações tópicas para o tratamento de feridas, úlceras e sarnas. Tem sido empregado também como aditivo de xaropes para tosse e de produtos para inalação, com propriedades antissépticas e expectorantes. Os índios da Amazônia tem usado sua resina (bálsamo) para abcessos, asma, bronquites, catarro, dor de cabeça, reumatismo, torcicolo e tuberculose. Tempo Médio de Emergência 30 Dias


Fonte: 


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Terminalia argentea


Nome popular: Capitão do mato

Objetos e desenho

Fase 1 - Desenho em andamento

Fase 2 - Aquarela e lápis de cor

Fruto tipo sâmara com duas asas, envergadura 5 a 7cm


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Platypodiun elegans


Nome popular: Amedoim do mato, Uruvalheira, Faveiro, Jacarandá do Campo. 
Cada fruto é ligado a um ramo da ponta da asa e tem um peso seco de cerca de 2 gramas.


Área de trabalho - uma mesa com godets, pinceis, tintas e um computador para ajudar.

Sementes de Platypodiun elegans, à esquerda na foto, e sementes de Machaerium stipitatum (popular Farinha Seca) à direita na foto.






 
Nas fotos acima, procuro apurar mais o traço no desenho de observação destas sementes aladas. As manchas, texturas e relevo, são um delicioso desafio, bom para treinar as pinceladas com aquarela.  O bloquinho de desenhos está, aos poucos, adquirindo vida com mais anotações...

Fontes:  

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Pterygota brasiliensis - semente alada

Local de trabalho - semente e desenho.
Bloco de aquarela e godets e tintas.

Semente e desenho.

Vista em perspectiva do bordo de ataque (leading edge) e bordo de fuga (trailing edge) da asa.
Ponta da asa (winglet) dobrada para cima.


Agradecimentos à Margarete Loures, bióloga.

Observações: 
Identificamos a semente da arvore Pau-rei (Pterygota brasiliensis), as referências foram encontradas nos sites:
  • Nome: Pau rei
  • Nome Científico: Pterygota brasiliensis
  • Família: Sterculiaceae
  • Nomes populares: Folheiro, Maperoá.
  • Altura média: 20- 30 metros
  • Folhas: Simples, lisas, grandes, até 30 cm, nervuras salientes.
  • Flores: Marrom claro, não se destacam muito.
  • Fruto: Grande, (12 cm), se abre soltando as sementes.
  • Sementes: Aladas, leves, 4 a 7,5 cm,  marrom claro.


Outras características:

Seu nome provém do seu grande porte. Seu tronco liso e claro é uma de suas características. De folhas largas e crescimento rápido, existe em áreas remanescentes de Mata Atlântica e é também aplicado no paisagismo urbano.  Fruto grande e de casca dura que se abre liberando as sementes aladas.
Fonte: http://www.arvores.brasil.nom.br/paurei1/index.htm